Iberdrola Constrói o Complexo Hidroeléctrico do Alto Tâmega, em Portugal, com 1.200 mw de Potência
BOTICAS, 2009-01-26 10:39:41


Iberdrola Constrói o Complexo Hidroeléctrico do Alto Tâmega, em Portugal, com 1.200 mw de Potência

 

A IBERDROLA apresentou na passada sexta-feira o projecto do Complexo Hidroeléctrico do Alto Tâmega, cujos quase 1.200 megawatts (MW) de potência instalada fazem deste um dos maiores projectos, com estas características, dos últimos 25 anos em toda a Europa.

O contrato de adjudicação foi confirmado na cerimónia realizada na cidade de Chaves, próxima da futura localização deste novo aproveitamento hidroeléctrico, com o qual se concluirá o desenvolvimento hidroeléctrico da Bacia do Douro. Nesta cerimónia participaram Ignacio Galán, Presidente da Iberdrola, e José Sócrates, Primeiro-ministro de Portugal.

O evento de apresentação deste projecto contou também com a presença dos ministros portugueses da Economia e Inovação, Manuel Pinho, e do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, assim como de diversas autoridades nacionais, regionais e locais portuguesas.

Por parte da IBERDROLA estiveram presentes, entre outros dirigentes, o Director de Operações, Ibéria e América Latina, José Luís San Pedro; o Director de Recursos Corporativos, Fernando Becker; o Director de Negócio Liberalizado Espanha e Portugal, Francisco Martínez Córcoles, e o Presidente da Companhia em Portugal, Joaquim Pina Moura.

No decurso da sua intervenção, Galán agradeceu às autoridades portuguesas “a confiança que depositaram na IBERDROLA” e destacou que “o que hoje se apresenta é um dos projectos hídricos mais importantes dos últimos 25 anos em Portugal; um dos últimos grandes aproveitamentos hidroeléctricos da Europa; um projecto de que, estou seguro, nos vamos sentir profundamente orgulhosos”.

Para a IBERDROLA, prosseguiu o Presidente, “representa um reforço dos nossos laços e do nosso compromisso com Portugal, um país ao qual nos sentimos especialmente unidos e no qual queremos ser motor de desenvolvimento, ajudando a fazer face às suas necessidades energéticas e, desta maneira, colaborando no seu desenvolvimento económico e social”. Prevê-se que o projecto gere 3.500 postos de trabalho directos e 10.000 indirectos.

Ignacio Galán assinalou que esta iniciativa “representa mais uma amostra da nossa aposta histórica nas energias limpas, assim como um importante contributo para o Mercado Ibérico da Electricidade” e que, para o seu desenvolvimento, “a IBERDROLA vai por à disposição deste projecto toda a sua experiência centenária na construção de grandes centrais hídricas”.

Depois de recordar que o Grupo já conta, actualmente, com cerca de 10.000 MW hídricos em todo o mundo, sublinhou que com o Complexo do Alto Tâmega “vamos continuar a impulsionar o ambiente e a sustentabilidade, evitando a emissão de 1,2 milhões de toneladas de CO2 por ano”.

A IBERDROLA, cuja proposta de projecto industrial apresentada a concurso superou as entregues pelos outros operadores eléctricos da Península Ibérica, prevê destinar, entre os anos 2012 e 2018, cerca de 1.700 milhões de euros na construção de quatro novas barragens - Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões - que poderá explorar durante um período de 65 anos.

Estas novas centrais, as duas primeiras de bombagem (900 MW) e as outras duas de turbinação pura (234 MW), serão capazes de produzir cerca de 2.000 gigawatts hora (GWh) ao ano, valor que representa 3% do consumo eléctrico português e que será suficiente para responder ao consumo anual de aproximadamente um milhão de pessoas.

Com esta adjudicação, que ratifica o compromisso da IBERDROLA com as tecnologias mais limpas de produção de electricidade e que contribuem para a redução da dependência energética, a Companhia faz valer também a sua experiência e conhecimento mais que centenários em desenho, desenvolvimento e gestão de grandes aproveitamentos hidroeléctricos.

De igual modo, o posicionamento da Empresa em relação à construção do Complexo do Alto Tâmega adapta-se na perfeição às necessidades energéticas actuais e futuras do mercado ibérico da electricidade. Nesse sentido, é de destacar quer a sua rápida capacidade de resposta às horas de ponta da procura quer o seu contributo para o cumprimento dos objectivos ambientais fixados pela Europa para 2020.

Além disso, como a localização desta nova infra-estrutura ficará a escassa distância da Galiza - onde está previsto o reforço das interligações eléctricas entre Espanha e Portugal – e estará próxima dos aproveitamentos espanhóis do Douro e do Sil, a IBERDROLA espera assim optimizar os seus custos de exploração.

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